Você não consegue me ler, seus olhos não possuem poesia suficiente pra enxergar minha alma.

 

Se você ama uma flor, não a colha. Porque, se você colhê-la ela morre e deixa de ser o que você ama. Então, se você ama a flor, deixe-a estar. O amor não está na posse. O amor está na apreciação.

Osho. 

(Fonte: ill-missyou)

Claro que eu vou te machucar. Claro que você vai me machucar. É claro que vamos machucar uns aos outros. Mas esta é a própria condição de existência. Para se tornar primavera, significa aceitar o risco de inverno. Para tornar-se presença, significa aceitar o risco de ausência.

O Pequeno Príncipe. 

(Fonte: inverbos)

"In the case of good books, the point is not to see how many of them you can get through, but rather how many can get through to you." (Mortimer J. Adler)

(Fonte: katnisseverddeen)

Por que eu existo? Existirá um motivo por detrás disso? Ou tudo aquilo que falam sobre ninguém vir a mundo em vão é a maior das mentiras? Porque, bem, sabe-se que o ser humano tem a vazia necessidade de dar uma explicação para tudo a fim de justificar sua inútil e desnecessária existência, uma espécie de ilusionismo barato, onde o próprio mentiroso tem a necessidade de ser apegar cegamente a sua mentira, tomando-a como verdade inquestionável, um lema para sua miserável vida. Sou condenada a viver uma vida que não escolhi por toda a eternidade? Bom, espero que não. Espero que a eternidade seja só mais uma dessas ilusões criadas pelo próprio ser humano para alimentar o seu ego, pois assim, esse meu tormento poderia ter um fim. Mas não quero fantasiar nada, inventar coisas para consolar a mim mesma de forma a acender a chama da esperança para algo que talvez nunca vá acontecer. Não desejo sonhar porque o futuro é incerto e eu já cai demais, as marcas estão aqui, comigo, e não me deixam esquecer o quanto sonhar pode ser perigoso. A vida me dói, e tudo é tão vago. Inclusive, eu.

Desnorteios.